Hey!
Eis um assunto interessante: Batman.
Era uma vez uma dupla de corajosos estudantes de Design, da ULBRA de Carazinho, que resolveram: “Vamos fazer um artigo sobre design de personagem para inscrevermos no fórum da ULBRA… sobre o… BATMAN!”. Estes estudantes eram: Eu! (Fernando Augusto Ferraz Busch) e ele! (Lucas Graebin Vogelman). E digo a todos: foi emocionante concluir esse artigo! Eis a introdução e, em seguida, o link para quem quiser vê-lo na íntegra, em pdf.
INTRODUÇÃO
A indústria das histórias em quadrinhos sempre teve uma forte ligação com o contexto social e político do mundo. E através de um de seus segmentos é que cumpriu mais significativamente o papel de voz da população que deseja justiça: o dos super-heróis. Há décadas eles são uma das mais discretas e subjetivas ferramentas de crítica social, política e espiritual. Representando um retrato metafórico da sociedade mundial. Os super-heróis também possuem cunho social na função de auxílio à educação de crianças e adolescentes desde a década de 1930. Porém esta função social desvaneceu-se com o passar do tempo, dando lugar ao entretenimento.
Na pesquisa aqui apresentada foram levantados e analisados dados sobre um dos mais icônicos e reconhecíveis super-heróis do mundo dos quadrinhos: o Batman. Este foi um dos primeiros a se afirmar no patamar dos mais cultuados dos quadrinhos, além de ter sido um dos propulsores da produtora de HQ’s mundialmente conhecida DC Comics e ter desenvolvido o papel de carro-chefe para a imensa popularidade desta no setor. Hoje, Batman movimenta centenas de milhões de dólares anualmente com sua imagem, através de quadrinhos, brinquedos, filmes, games, vestuário infanto-juvenil, programas de televisão, entre outros produtos. Também é tido como referencial estilístico para temas envolvendo obscuridade e “justiça com as próprias mãos”.
Batman é ainda uma poderosa ferramenta de marketing e comunicação visual, abrangendo um amplo público, que vai desde crianças de menos de 10 anos de idade até idosos. É reconhecido e tem suas histórias publicadas em dezenas de países e idiomas e conquistou a admiração até de Stan Lee, maior mentor da Marvel Comics (concorrente). Seguindo, segundo Campbell (Joseph, em O Herói de Mil Faces), os moldes básicos do modelo heróico prevalescente desde a antigüidade: tragédia, queda, transição, ascenção e, por fim, triunfo.
Veja o artigo completo!
Autores:
Fernando Augusto Ferraz Busch (www.fbuschdesign.com.br)
Lucas Graebin Vogelman (blog: http://2xad.blogspot.com)
Orientador:
Professor Felipe Stanque Machado Júnior